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Entre Pits #34 – Matías Rossi

28 de outubro de 2020

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Editores Planeta Velocidade

Apesar da crise provocada pela pandemia, a Stock Car veio recheada de novidades em 2020. Uma delas foi a inclusão da Toyota no certame.

Revisão: Brenda Faller/Francisco Brasil/Lorenzo Francez
Fotos Bruno Terena

E a marca não veio sozinha, já que trouxe consigo um dos melhores pilotos de turismo na América latina. Com títulos na TC2000 da Argentina, nosso convidado de hoje é o “hermano” piloto da equipe Full Time Matías Rossi.

Planeta Velocidade – Como que começou sua carreira no automobilismo?

Matías Rossi – A carreira como piloto de automobilismo começou desde muito jovem, muito pequeno. Quando eu era criança na Argentina, comecei a correr aos 12 anos no kart, até os 15, 16 anos.

Depois passei pela Fórmula Renault Argentina, na Super Renault também. Depois dos 19 anos que tenho corrido num carro de turismo, e desde aquele momento até agora com 36, foram todos anos consecutivos. Então desde os 19 anos que sou piloto profissional.

PV – Sabemos que você é multicampeão na Argentina, qual o segredo para o sucesso?

MR – Acho que não tem segredo, é algo particular para ter sucesso. Acho que sempre estive cercado por uma boa equipe de pessoas muito profissionais, de bons engenheiros, e tive uma continuidade todos os anos, que também é importante para ter confiança e evoluir sempre. Não sei se existe um segredo, simplesmente

trabalhar, treinar, ter vontade todos os dias e se esforçar.

PV – O que te motivou a vir correr na Stock Car?

MR – Minha razão para vir correr é que a Stock Car é uma categoria muito competitiva, tem muitos pilotos de nome internacional, muitos pilotos de Fórmula 1,  pilotos muito competitivos uns com os outros Eu acredito que o nível de todos os pilotos é muito alto, não há pilotos de nível ruim.

Então assim que eu vi os carros, e também as corridas na TV, então pra mim era um desafio. E todas essas coisas que eu vi me motivaram a estar aqui. Eu estou muito feliz porque gosto muito da categoria.

PV – Como é para você, ter Rubens Barrichello e Piquet Jr, como companheiros de equipe? 

MR – Para mim é um sonho é algo espetacular compartilhar um time com Rubinho e com Nelson. Então algo que eu desfruto corrida a corrida. Eu os consulto muito, eu faço muitas perguntas durante uma corrida, antes de correr, depois de correr para conhecer melhor o carro e ter experiências também deles, então foi algo espetacular que eu nunca imaginei que pudesse acontecer.

PV – Qual foi ou está sendo sua maior dificuldade no automobilismo brasileiro?

MR – Minha maior dificuldade no automobilismo brasileiro ainda são as corridas. As primeiras voltas também são muito difíceis. Então ainda tenho que trabalhar para as próximas corridas.

PV – Na última corrida da Stock você conseguiu seu primeiro pódio, qual a sensação de estar se destacando no grid?

MR – O sentimento foi muito bom, de muita felicidade, muita alegria por poder cumprir uma meta rápida, pois foi minha sétima corrida em que estive participando.  Então simplesmente uma grande felicidade e alegria e, bem, espero poder repetir isso nas próximas corridas e ainda, também, minha primeira vitória.

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